Resenha: A Cruz de Morrigan
A Cruz de Morrigan
SINOPSE: Uma batalha entre as forças do bem e do mal está prestes a começar. De um lado Lilith, a vampira mais poderosa do mundo. Do outro, a deusa Morrigan, que tudo fará para a travar com o seu círculo…
Irlanda, século XII. O feiticeiro Hoyt está destroçado pela perda do seu irmão gémeo, transformado num vampiro pela poderosa Lilith. A deusa Morrigan está determinada a enfrentar Lilith e avisa Hoyt de que chegará um dia em que se formará um círculo de seis, destinado a enfrentar Lilith e salvar a Humanidade. Hoyt usa os seus poderes para viajar à Nova Iorque dos dias de hoje onde descobre o seu irmão, um homem bem-sucedido mas frio e cínico, e pede-lhe auxílio na luta contra Lilith. Mas o círculo não está completo sem os poderes mágicos da artista Glenna Ward. Hoyt não confia na magia dela, mas ambos farão tudo para alcançar os seus objetivos. E ao enfrentarem legiões de inimigos, apercebem-se de que o amor que cresce entre ambos poderá aumentar as probabilidades de derrotarem Lilith…
Classificação: 10/10
Comecei a ler A Cruz de Morrigan com grande expectativas, afinal Nora Roberts raramente dececiona os leitores quando mistura romance, ação e fantasia. Contudo, tenho que admitir que, nas primeiras páginas, a leitura foi um pouco confusa e «sem sal» para mim. A narrativa da historia alterna entre diferentes épocas e mundos desde o século XII até à Nova Iorque contemporânea e, como cada personagem tem uma origem e uma história própria, precisei de algum tempo para me localizar e me identificar com os personagens.

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